Trabalho Foto: Divulgação.

(1/7) do Tempo

Coletivo Corpo Mundo (Brasil)

É a voz do sangue, a corporificarão visceral de raízes ancestrais que se movem ao ritmo do corpo dando vida ao mundo oculto. A obra evoca conflitos, paradoxos, aproximações, territórios e fronteiras. As narrativas coreográficas da obra passeiam pela África Ocidental (os Iorubás: de Daomé, Ketu e Benin, do Centro e do Sul; os Bantos: do Zaire, de Luanda e de outros lugares da África) e pela América Latina, em Pernambuco. A dramaturgia dos corpos busca unir todos esses lugares e ligar as fronteiras dos espaços –corpos e o respeito legítimo do cosmo estético de cada indivíduo.

FICHA TÉCNICA:
Pesquisa, concepção, coreografia, interpretação e gaita
 (Research, conception, choreography, performance and harmonica): Adriana Carneiro. Trompetista (Trumpeter): Kevin Jock. Programação de sistema (System Programming): Jerônimo Barbosa (Jeraman). Reconstrução (Reconstruction): Leandro Oliván. Interação midiática (Media interaction): Ricardo Maciel. Iluminação (Lighting): Alexandre Veloso. Trilha sonora original (Original soundtrack): Produção Mundo ao Redor. Operação de trilha (Soudtrack playing): Nádja Lins/Valcanti. Produção executiva (Executive production): Nadja Lins. Assistente de produção (Production assistant): Diogo Antoniele.                                                 
 

Recife 3 Nov 19:00(ESTREIA!) Duração: 40 min. Livre. Teatro Hermilo Borba Filho Cais do Apolo, s/n, Bairro do Recife. Tel: +55 (81) 3355-3320/3321
English:

It is the blood voice, a visceral embodiment of ancestral roots that move to the rhythm of the body giving life to the unknown world. The work causes conflicts, paradoxes, approximations, territories and borders. The choreographic narratives of the work, they stroll through Western Africa (The lorubas: from Daomé, Ketu and Benim, from the Center and the South, The Bantos: from Zaire, from Luanda and other places in Africa) and through Latin America, in Pernambuco. The dramaturgy of the bodies intends to join all those places and connect the borders of spaces-bodies and the legitimate respect of the aesthetic cosmos of each individual.